Matrícula:200620530311
Caracterize os três principios da cibercultura, segundo Lemos e Lévy?
A cibercultura causou um impacto gigantesco em escala mundial proporcionando as pessoas através de comunidades virtuais trocarem informações em tempo real e romperem com a dicotomia receptor emissor. Para André Lemos:
As mídias interativas, as comunidades virtuais e a explosão da liberdade de expressão trazidas pela internet abrem um novo espaço de comunicação, inclusivo, transparente e universal, que é levado a renovar profundamente as condições da vida pública no sentido de uma maior liberdade e responsabilidade dos cidadãos( 2010, p.33).
"Não basta emitir sem conectar, compartilhar", explica Lemos o segundo princípio ou da conexão. O autor argumenta que a internet está relacionada a conexão e compartilhamento e que cada vez mais aumenta-se as formas de produção e distribuição de conteúdo.
O terceiro princípio ou da reconfiguração está voltado à necessidade da transformação da indústria cultural. Lemos cita a questão da autoria e proteção de obras para reprodução, uso e cópia e acrescenta que apesar da cibercultura possibilitar a difusão de informações, através dos podcasts (o fim da rádio?) e da web (o fim da televisão?), ela não tem a função de finalizar a cultura de massa e sim, a de reconfigurar ou recombinar a cultura infocomunicacional.
O mesmo vemos na constituição dos citizen media ou as mídias do cidadão, em que o monopólio do jornalismo cede lugar a produção de conteúdo aberto. Exemplos desse open journalism ou crowdsource journalism estão na ordem do dia, como o coreano Oh My News, ou mesmo o Gogle News. No Brasil, diversos jornais desenvolvem essas erramentas , como a Folha de São Paulo, o Jornal do Comércio, o Estadão, O Globo ou oJB (2010, p.111). Algo interessante no Jornalismo cidadão é a possibilidade de pessoas de diferentes nacionalidade compartilharem e fazerem noticias rompendo com a relação de passividada na relação de comunicação. Conforme, Lemos: Ela é caracterizada por um "read-only web", em que o internauta pertence ao papel de mero espectador, sem ter condições de desenvolver o conteúdo dos sites visitados. Bibliografia
LEMOS, André O Futuro da internet: em direção a uma ciberdemocracia. André Lemos e Pierre Lévy- São Paulo: Paulus, 2010. -( Coleção Comunicação)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornalismo_cidadao http://www.lyspedia.com/index.php
Distinguir web 1.0 e web 2.0. Apresente exemplos comentados: limitada
Conforme, Lemos no Livro " O futuro da Internet: em direção a uma ciberdemocracia explica os três princípios dominantes da cibercultura que são os seguintes: Liberação da emissão, princípio da conexão em rede, reconfiguração socio-cultural a partir de novas práticas.
A liberação do pólo da emissão, ou primeiro princípio, está relacionado à possibilidade do antigo 'receptor' poder também produzir e emitir sua própria informação, como por exemplo, através dos blogs, fóruns, comunidades, software livre etc. Fato que não era possível há algum tempo atrás, pois quem detinha este controle do pólo da emissão eram as grandes empresas de comunicação de massa. "Não basta emitir sem conectar, compartilhar", explica Lemos o segundo princípio ou da conexão. O autor argumenta que a internet está relacionada a conexão e compartilhamento e que cada vez mais aumenta-se as formas de produção e distribuição de conteúdo.
O terceiro princípio ou da reconfiguração está voltado à necessidade da transformação da indústria cultural. Lemos cita a questão da autoria e proteção de obras para reprodução, uso e cópia e acrescenta que apesar da cibercultura possibilitar a difusão de informações, através dos podcasts (o fim da rádio?) e da web (o fim da televisão?), ela não tem a função de finalizar a cultura de massa e sim, a de reconfigurar ou recombinar a cultura infocomunicacional.
Para os adeptos e ativistas desta prática, o Jornalismo Cidadão é uma chance de, democratizar a informação, a partir do momento em que qualquer pessoa teria acesso à mídia, não apenas como leitor ou espectador, mas colaborando na produção do material veiculado. Também seria, para os defensores do
new journalism, uma oportunidade para valorizar a reportagem, incluindo a observação de testemunhas oculares dos fatos (Wikipedia, 2010).Existe duas vertentes que dialogam sobre as consequencias desse tipo de jornalismo. Os favoráveis a este tipo de jornalismo diz que ele é uma forma de democratizar a informação, já que as pessoas constroem coletivamente a informação.Os críticos dizem que o jornalismo participativo faz com que as informações não tenha um padrão de qualidade.
Web 2.0 é uma terminologia criada em 2004, nos Estados Unidos com o próposito de designar o avanço que para época revolucionou a internet mundial. Ela tem como objetivo desenvolver um ambiente em que os indivíduos possam interagirem.
Entre algumas ferramentas utilizadas na Web 2.0 estão o Jornalismo Participativo e a computação em nuvem. A primeira já foi respondida na pergunta anterior e a segunda referece quando os usuários depositam os dados nos próprios sistemas operacionais, chamados servidores on line, tornando desnecessário salvá-los em outros locais, proporcionando estes acessar o contéudo em qualquer plataforma de acesso à web.
Articule " Pedagogia do Parangolé", cibercultura e o cenário comunicacional das salas de aula presenciais e online que você conhece.
Atualmente o mundo está passando por transformações proporcionada pela internet. Ela influencia todos os setores da sociedade como: a economia, o lazer, a cultura, a religião, a política e sobre tudo a educação. Com a cybercultura o sistema de educação no Brasil e no mundo passa por mudanças significas e emblematicas, já que as informações são obtidas em tempo real, mas também coletivamente. Em que o indivíduo possui um leque de infinidade e pode construir conhecimento com a ajuda do ciberespaço proporcionando inteligência coletiva. Em outras palavras o indivíduo aprende do seu jeito, cada um estabelece uma forma, assim como a Pedagogia do Parangolé. Que traça um novo paradigma na educação presencial, mas também online a medida que rompe com a figura do professor como o único detentor de conhecimento, e faz com que os alunos sejam responsáveis direto pela formação deles.
O próprio artista afirma que "São estruturas que propõem um ‘não – teatro’, um ‘não – ritual’, um ‘não – objeto – arte’, um ‘não – mito’: O seu tempo é o das ações desregradas, ora previsíveis ora improvisadas, da invenção e da surpresa. São dispositivos que desencadeiam experiências exemplares com o objetivo de ‘violar’ o ‘estar’ dos participantes ‘como indivíduos no mundo’, transformando-lhe os comportamentos em coletivos." (AGL, p. 71 in FAVARETTO, p. 107).
LEMOS, André O Futuro da internet: em direção a uma ciberdemocracia. André Lemos e Pierre Lévy- São Paulo: Paulus, 2010. -( Coleção Comunicação)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornalismo_cidadao http://www.lyspedia.com/index.php
— Tim O'Reilly
"Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva" Que é jornalismo cidadão e quais suas possibilidades na blogosfera?A internet é responsável por inumeras transformações que vem ocorrendo em todo mundo, uma delas é o jornalismo cidadão ou participativo em que os indivíduos coletivamente produzem informações mesmo sem formação jornalista, onde cada pessoa é produtor de conteúdo (texto, imagem, som e video).
A Web1.0 foi o inicio da Wide World Web marcada pela versão da internet restrita podendo ser definida como a primeira fase da web, que se estende principalmente, durante a década de 90.
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