Matrícula: 200610268911
3- O que é jornalismo cidadão e quais suas possibilidades na blogosfera?
Jornalismo cidadão se caracteriza por uma liberdade na produção dos textos jornalísticos, pois estes podem ser criados por pessoas que não são formadas em jornalismo.
Os relatos em primeira pessoa são aceitos e podem ser indicados como modelo de jornalismo colaborativo, onde em grande parte são analisados por profissionais credenciados da área para evitar erros.
Esta forma de jornalismo está muito presente em publicações da internet, como em wikis e blogs e em outras tecnologias de comunicação.
O Jornalismo cidadão é uma chance de democratizar a informação, a partir do momento em que qualquer pessoa tenha acesso à mídia, não apenas como leitor ou espectador, mas colaborando na produção do material veiculado.
Assim, a blogosfera é formada por cidadãos conscientes com conteúdo opinativo e muito bem comentado ter opinião sobre o conteúdo respeitando àqueles que começam a acessar a Internet e a se interessar pelos mesmos assuntos, gerando novas opiniões e fazendo com que os cidadãos se tornem seres sociais pensantes e não meramente passivos.
7- Distinguir a Web 1.0 e Web 2.0. Apresente exemplos comentados.
Web 1.0- Contém informações com bases estatísticas, utilizando sites que são úteis, mas o visitante não consegue modificá-los ou contribuir com eles usuário é passivo, assiste sem interferir nas informações.
Na Web 1.0 não havia tantas técnicas de design e execução das páginas da web como hoje em dia. Os sites não eram interativos e não era possível comentar ou contribuir com o conteúdo, além dos aplicativos que eram disponibilizados para os usuários sem mostrar o código fonte, o que não permitia, novamente, nenhuma modificação por parte do usuário.
Alguns exemplos são estes portais de notícias que apesar de trazerema informação, fazem com que os internaltas permaneçam sem interferir na notícia.
Web 2.0- Termo criado em 2004 para designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito web como plataforma. A regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos da rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva. Este termo ficou conhecido quando a web começou a se efetivar como instrumento de trabalho, social e de entretenimento.
A web é platafoma e o software é um serviço que funciona pela internet, onde vários programas podem interagir formando uma grande plataforma. Utiliza redes sociais.
Alguns exemplos são os blogs que permitem a interação do usuário e o wikipédia que permite a atualização dos dados registrados, para textos mais complexos.
9- Que é cidade digital no Brasil e quais suas possíveis consequências sociais?
Cidades Digitais ou Cibercidades são locais com web desenvolvida que não utilizam espaço físico como prioridade. Aproveitam enorme potencial tecnológico para aumentar a participação das pessoas nas novas tecnologias.
As Cibercidades abrangem quatro tipos experiências com as novas tecnologias. O primeiro aspecto está relacionado a um portal com informações , ideias políticas, sites de relacionamento, serviços e informações como um todo.
O segundo aspecto está relacionado ao surgimento de espaços com infra-estrutura que possam dar acesso público as novas tecnologias. Assim, a inclusão digital estaria disponível em um período de cinco anos.
O Terceiro aspecto envolveria os espaços informatizados para visualização e processamento de dados espaciais nas cidades. Estas informações poderiam auxiliar no urbanismo contemporâneo como um instrumento estratégico.
O quarto aspecto abrange os projetos que não representam um espaço urbano real, onde estas cidades não estão enraizadas em espaços urbanos reais e criam sites com comunidades virtuais (fóruns, chats, news, etc.) utilizando a metáfora de uma cidade para a organização do acesso e da navegação pelas informações.
Estas Cidades Digitais podem tornar possível ver como um todo as políticas sociais, unificando e padronizando a rede de assistência social, onde a integração de dados pode ajudar a avaliar e guiar as políticas públicas da cidade, identificando as carências, pontos fracos ou positivos e suas conseqüências diretas.
Elas permitem a democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na simplificando a sua rotina e aumentando suas potencialidades e auxiliando na transformação da sociedade em que está inserido.
10- Articule “Pedagogia do Parangolé”, Cibercultura e o Cenário Comunicacional das salas de aula presenciais e online que você conhece.
O Parangolé é a união da concepção do artista com a criatividade daquele que o usa, num processo de co-criação, ou seja, uma obra que requer complementação. Na Pedagogia do Parangolé, o professor convida o aprendiz a transformar e manipular a matéria-prima conteúdo, num processo participativo de construção e co-criação.
A Cibercultura auxilia o relacionamento professor-aluno, pois oferece uma série de elementos e possibilidades para que ocorra uma troca entre ambos. As mensagens que vão surgindo se apresentam de forma modificável, pois elas devem atender aos requisitos de quem o busca, permitindo a livre criação por parte do aluno.
Nas aulas presenciais, os alunos estão em sua maioria condicionados a aceitar tutela, se eximando das suas decisões e tendo uma educação massificadora. Isto se dá porque fica muito mais fácil visar um sistema de memorização de conteúdos e não conhecimentos específicos.
As aulas que envolvem a área digital são mais aproveitáveis porque o cidadão pode interagir com os conhecimentos que estão sendo aprimorados. São respeitados as bagagens de cada aluno, desenvolvendo suas potencialidades e criando cidadãos autônomos.
Utilizando a Pedagogia do Parangolé e a Cibercultura unidas chegamos a conclusão que elas devem caminhar unidas para que o cidadão seja capaz de ter suas próprias opiniões, analisar situações que envolvam seu raciocínio lógico e guiando o aluno para a reflexão, promovendo o desenvolvimento de habilidades e potencialidades de cada um que está inserido no processo de ensino-aprendizagem.
Bibliografia:
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