Avaliação 1
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sábado, 27 de novembro de 2010
Avaliação 1 de Cibercultura
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Educação e Cibercultura - Avaliação 1
Faculdade de Educação
Disciplina: Educação e Cibercultura - 2010.2
Professor: Marco Silva
Aluna: Ana Braga - Comunicação
Conectividade – A conexão generalizada e planetária. Pessoas se interligam de diversos lugares do mundo através da internet independente das diferenças socioculturais e distâncias geográficas. Mas não é só isso, é produzir, emitir e construir conteúdos de maneira livre, interligar os sistemas operacionais, pessoas, empresas, contribuindo para o crescimento do consumo informacional, com a circulação da informação através de processos livres. As redes sociais, as plataformas wikis e os softwares livres cumprem bem estes papél na cibercultura, criando vínculos sociais locais, comunitários e planetários. Criando uma conexão generalizada de informações.
3) O que é “jornalismo cidadão” e quais suas possibilidades na blogosfera?
5) Caracterize a nova paisagem midiática definida por Lemos & Lévy como “pós-massiva”.
Ana Braga
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Evento de amanhã contando para pontos extras
Novamente desculpa pela abuso, galera, só fiz isso por que realmente não consegui achar e não tenho e-mail de ninguém.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Avaliação de cibercultura
Faculdade de Educação
Disciplina: Educação e Cibercultura
Aluna: Raíssa Beatriz Mendes Huguenin Câmara
Matrícula: 200610127411
Questão 1) Caracterize os três princípios da cibercultura, segundo Lemos e Lévy.
Questão 3) Que é "jornalismo cidadão" e quais suas possibilidades na blogosfera?
Questão 8) Que é "inteligência coletiva" e como Lemos e Lévy situam esse conceito na cibercultura?
Cidades digitais são aquelas que possuem um sistema de conectividade amplo, ou seja, que possuem conexão de internet em todos os bairros. Segundo André Lemos, "As cidades são sistemas complexos. Desde as primeiras necrópoles pré-históricas até as contemporâneas megalópoles, as cidades nascem, crescem e desenvolvem-se a partir de fatores sociais, culturais, políticos, tecnológicos. No século XVII, a ciência e a tecnologia tornam-se importantes para o desenvolvimento do espaço urbano. A era industrial que se inicia no século XVIII vai moldar a modernidade e criar uma urbanização planetária. Hoje, em pleno século XXI, as novas tecnologias de comunicação e informação imprimem novas marcas ao urbano. As cidades digitais são as cidades da globalização, onde as redes telemáticas fazem parte da vida quotidiana e constituem-se como a infra-estrutura básica e hegemônica da época."
No estado do Rio de janeiro temos um exemplo de cidade digital, é o município de Piraí. Também de acordo com Lemos, devemos compreendê-la como uma nova dimensão do urbano, e não como uma "outra" cidade, como um espaço "virtual" ou como uma "cidade na internet". Trata-se efetivamente de uma reorganização das cidades existentes, fruto da nova relação entre o espaço urbano (e suas práticas) e as tecnologias digitais de informação e comunicação. Cidades Digitais são as aquelas em que a interface de redes e tecnologias informacionais com o espaço urbano já é uma realidade.
Primeira Avaliação de Educação e Cibercultura
AVALIAÇÃO 1
Professor: Marco da Silva
Matéria: Educação e Cibercultura
Aluna: Luciana Menezes
Matrícula: 200710122611
Data: 31/10/2010.
Respostas do Questionário:
N*1) Primeiro: É a liberação do pólo da emissão. O que está em jogo com a circulação virótica de informação nada mais é do que a emergência de vozes e discursos anteriores reprimidos. Segundo: A transformação do PC (1970) em CC (computador móvel e computação ubíqua com celulares e redes sem fio). Terceiro: É a reconfiguração, a transformação de estruturas sociais, instituições e práticas comunicacionais.
N*2) Cibercidadania é a liberdade de expressão estendida ao “anonimo” pessoa conectada na rede que produzem e pensam textos e idéias criando seu espaço sem recorte e não sendo profissional do ramo. Cibercultura é a aprendizagem coletiva em rede e tempo real com pessoas que tem idéias originais e cooperam para comunicá-las, avaliá-las, testá-las, realizá-las. Através de blogs, wikis, podcasts, P2P e softsweres sociais.
N*3) Jornal Cidadão é uma oportunidade para valorizar a reportagem incluindo a observação de testemunha oculares dos fatos. Blogsfera tem no seu espaço os sites agregadores de links que filtram posts de blogs de acordo com o critério do site e atende um padrão de qualidade no dia auxiliando o usuário a encontrar no seu site preferido sempre um conteúdo que lhe agrade.
N*4) Está em reorganização contínua. Elas se particularizam em pequena e médias comunidades, reconstituem uma singularidade em zona do espaço podendo morrer ou se propagar fulgurantemente.
N*5) A nova paisagem midiática pós-massiva não só consome, também produz r distribui informação. São chamadas de “novas mídias” como a internet, os celulares, os microcomputadores várias ferramentas de comunicação desempenham funções abertas, interativas, colaborativas em fins “pós-massivas”.
N*6) Ubíqua è a integração da informática com ações e comportamentos naturais das pessoas de forma imperceptível dando comando a um computador como se tivessem conversando com alguém. A idéia básica é que a computação move-se para fora das estações de trabalho e computadores pessoais torna pervasiva na nossa vida quotidiana.
N*7) Web 1.0 anos 90 A grande biblioteca digital, foi a primeira geração de internet comercial. Seu grande trunfo era a quantidade de informações disponíveis. Ma o conteúdo era pouco interativo. O usuário ficava no papel de mero espectador da ação que se passava na página que ele visitava. Não tinha autorização para alterar seu conteúdo. Bom -- já havia hiperlinks Ruim -- Era apenas mais um espaço de leituras Web 2.0 hoje A construção coletiva do conhecimento. Sua essência é permitir que os usuários sejam mais que meros espectadores: Eles são parte do espetáculo. Os melhores sites são ferramentas para que os internautas gerem conteúdo, criem comunidades e interajam. Alguns como a Wikipédia, possibilitam a construção coletiva do conhecimento. Bom -- A internet ficou participativa Ruim -- É difícil lidar co o excesso de informação inútil.
N*8) É o caráter fractal no ciberespaço impulsionado pelas possibilidades pós-massivas das tecnologias digitais. Suas formas se reproduzem em todas as escalas e passam de um nível para outro de maneira imprevisível, no seio de uma rede viva, móvel, em expansão, crescimento da inteligência coletiva da humanidade.
N*9) É um portal com informações gerais e serviços, comunidades virtuais e representação política sobre determinada área urbana. Levar banda larga a todo país e implementar projetos de redes sem fio em várias cidades do país. Dar acesso à internet em àreas de baixa renda, via satélite. Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ Matéria: Metodologia I Professor: Doriam Aluna: Luciana Menezes Data: 08/11/2010. Assunto: Comparar os métodos entre Durkheim e Weber Durkheim definiu com clareza o objeto da sociologia – os fatos sociais. Distinguem três características dos fatos sociais. A primeira é a coerção social, ou seja, a força que os fatos exercem sobre os indivíduos, levando-os a conformar-se às regras da sociedade em que vivem, independentemente de sua vontade de escolha. Essa força se manifesta quando o indivíduo adota um determinado idioma, quando está subordinado a determinado código de leis. O grau de coerção dos fatos sociais se torna evidente pelas sanções a que o indivíduo estará sujeito quando tenta se rebelar contra elas. As sanções são legais ou espontâneas. Legais são as sanções prescritas pela sociedade, sob a forma de leis, nas quais se estabelece a infração e penalidade subseqüente. Espontâneas seriam as que aflorariam como decorrência de uma conduta não adaptada à estrutura do grupo ou da sociedade à qual o indivíduo pertence. A segunda é que eles existem e atuam sobre os indivíduos independentemente de sua vontade ou de sua adesão consciente, ou seja, são exteriores aos indivíduos. As regras sociais, os costumes, as leis, já existem antes do nascimento das pessoas, como a educação. Portanto, os fatos sociais são ao mesmo tempo coercitivos e dotados de experiência exterior às consciências individuais. A terceira é a generalidade. É social todo o fato que é geral, que se repete em todos os indivíduos ou, pelo menos, na maioria deles. Por essa generalidade, os fatos sociais manifestam sua natureza coletiva ou um estado comum ao grupo, como as formas de habitação, de comunicação, os sentimentos e a moral. A objetividade do fato social Para ele, como para os positivistas de maneira geral, a explicação cientifica exige que o pesquisador mantenha certa distancia e neutralidade em relação aos fatos, resguardando a objetividade de sua analise. Além disso é preciso que deixe de lado suas prenoções, isto é, seus valores e sentimentos pessoais em relação ao acontecimento estudado, pois nada tem de cientifico e podem distorcer a realidade, dos fatos. Durkheim imaginava que, ao estudar, por exemplo, uma briga entre gangues, o cientista não deveria envolver-se nem permitir que seus valores interferissem na objetividade de sua análise. Durkheim aconselhava o sociólogo a encarar os fatos sociais como coisas, isto é, objetos que, lhe sendo exteriores, deveriam ser medidos, observados e comparados independentemente do que os indivíduos envolvidos pensassem ou declarassem a seu respeito. Para apoderar-se dos fatos sociais, o cientista deve identificar, dentre os acontecimentos gerais e repetitivos, aqueles que apresentam características exteriores comuns. Sociedade: um organismo em adaptação Para ele, a sociologia tinha por finalidade não só explicar a sociedade como também encontrar soluções para a vida social. Quando um fato põe em risco a harmonia, o acordo, o consenso e, portanto, a adaptação e a evolução da sociedade, estamos diante de uma sociedade doente. Normal é aquele fato que não extrapola os limites dos acontecimentos mais gerais de uma determinada sociedade e que reflete os valores e as condutas aceitas pela maior parte da população. Patológico é aquele que se encontra fora dos limites permitidos pela ordem social e pela moral vigente. Consciência coletiva Embora todos possuam sua “consciência individual”, seu modo próprio de se comportar e interpretar a vida, podem-se notar, no interior de qualquer grupo ou sociedade, formas padronizadas de conduta e pensamento. A consciência coletiva não se baseia na consciência de indivíduos singulares ou de grupos específicos, mas está espalhada por toda a sociedade. Ela revelaria, segundo Durkheim, o “tipo psíquico da sociedade”, que não seria apenas o produto das consciências individuais, mas algo diferente, que se imporia aos indivíduos e perduraria através das gerações. A consciência coletiva é, em certo sentido, a forma moral vigente na sociedade. Ela aparece como um conjunto de regras fortes e estabelecidas que atribuem valor e delimitam os atos individuais. É a consciência coletiva que define o que, numa sociedade, é considerado “imoral”, “reprovável” ou “criminoso”. Durkheim e a sociologia cientifica O empirismo positivista, que pusera os filósofos diante de uma realidade social especulada, transformou-se, em Durkheim, numa rigorosa postura empírica, centrada na verificação dos fatos que poderiam ser observados, mensurados e relacionados através de dados coletados diretamente pelo cientista. Em seus estudos há um fecundo uso da matemática estatística e uma integrada utilização das análises qualitativa e quantitativa. Observação, mensuração e interpretação eram aspectos complementares em seu método. Ateve-se às particularidades da sociedade em que vivia, aos mecanismos de coesão dos pequenos grupos e à formação de sentimentos comuns resultantes da convivência social. Distinguiu diferentes instâncias da vida social e seu papel na organização social, como a educação, a família e a religião. A sociedade sob uma perspectiva histórica O contraste entre o positivismo e o idealismo se expressa, entre outros elementos, nas maneiras diferentes como cada uma dessas correntes encara a história. Para o positivismo, a história é o processo universal de evolução da humanidade, cujos estágios o cientista pode perceber pelo método comparativo, capaz de aproximar sociedades humanas de todos os tempos e lugares. A história particular de cada sociedade desaparece diluída nessa lei geral que os pensadores positivistas tentaram reconstruir. Essa forma de pensar faz desaparecer as particularidades históricas, e os indivíduos são dissolvidos em meio a forças sociais impositivas. Ao definir o que é uma espécie social, Durkheim, em uma nota de pé de página em seu livro AS regras do método sociológico (p. 82), alerta para que não se confunda uma espécie social com as fases históricas pelas quais ela passa. Weber com formação histórica consistente, se oporá a essa concepção. Para ele, a pesquisa histórica é essencial para a compreensão das sociedades. Essa pesquisa, baseada na coleta de documentos e no esforço interpretativo das fontes, permite o entendimento das diferenças sociais, que seriam, para Weber, de gênese e formação, e não de estágios de evolução. Segundo a perspectiva de Weber, o conhecimento histórico entendido como a busca de evidencias, torna-se um poderoso instrumento para o cientista social. Ele consegue combinar duas perspectivas: a histórica, que respeita as particularidades de cada sociedade, e a sociológica, que ressalta os elementos mais gerais de cada fase do processo histórico. Para Weber, todo historiador trabalha com dados esparsos e fragmentários e propunha para esse trabalho o método compreensivo, isto é, um esforço interpretativo do passado e de sua repercussão nas características peculiares das sociedades contemporâneas. Essa atitude de compreensão é que permite ao cientista atribuir aos fatos esparsos um sentido social e histórico. Ação social: uma ação com sentido Cada formação social adquiriu, para Weber, especificidade e importância próprias. Seu objeto de investigação é a ação social, a conduta humana dotada de sentido, isto é, de uma justificativa subjetivamente elaborada. Assim o homem passou a ter significado e especificidade. É ele que dá sentido à sua ação social: estabelece a conexão entre o motivo da ação, a ação propriamente dita e seus efeitos. Para a sociologia positivista, a ordem social submete os indivíduos como força exterior a eles. Para Weber, ao contrário, não existe oposição entre individuo e sociedade: as normas sociais só se tornam concretas quando se manifestam em cada indivíduo sob forma de motivação. Cada sujeito age levado por um motivo que é dado pela tradição, por interesses racionais ou pela emotividade. O motivo que transparece na ação social permite desvendar o seu sentido, que é social na medida em que cada indivíduo age levando em conta a resposta ou reação de outros indivíduos. A tarefa do cientista é descobrir os possíveis sentidos das ações humanas presentes na realidade social que lhe interesse estudar. O sentido, por um lado, é expressão da motivação individual, formulado expressamente pelo agente implícito em sua conduta. O caráter social da ação social individual decorre, segundo Weber, da interdependência dos indivíduos. É o individuo que , por meio dos valores sociais e de sua motivação, produz o sentido da ação social. Isso não significa que cada sujeito possa prever com certeza todas as conseqüências de determinada ação. O tipo ideal Para atingir a explicação dos fatos sociais, Weber propôs um instrumento de análise que chamou de tipo ideal. O conceito, ou tipo ideal, é previamente construído e testado, depois aplicado a diferentes situações em que dado fenômeno possa ter ocorrido. À medida que o fenômeno se aproxima ou se afasta de sua manifestação típica, o sociólogo pode identificar e selecionar aspectos que tenham interesse à explicação como, por exemplo, os fenômenos típicos “capitalismo” e “feudalismo”. O tipo ideal não é um modelo perfeito a ser buscado pelas formações sociais históricas nem mesmo qualquer realidade observável. É um instrumento de análise cientifica, numa construção do pensamento que permite conceituar fenômenos e formações sociais e identificar na realidade observada suas manifestações. A ética protestante e o espírito do capitalismo Weber parte de dados estatísticos que lhe mostram a proeminência de adeptos da Reforma Protestante entre os grandes homens de negócios, empresários bem-sucedidos e mão-de-obra qualificada. Weber descobre que os valores do protestantismo – como disciplina ascética, a poupança, a austeridade, a vocação, o dever e a propensão ao trabalho – atuavam de maneira decisiva sobre os indivíduos. Ele expõe particularidades do capitalismo e aplica seus conceitos e posturas metodológicas. O motivo que mobiliza internamente os indivíduos é consciente. Entretanto, os efeitos dos atos individuais ultrapassam a meta inicialmente visada. Buscando sair-se bem na profissão, mostrando sua própria virtude e vocação e renunciando aos prazeres materiais, o protestante puritano se adequa facilmente ao mercado de trabalho, acumula capital e o reinveste produtivamente. Para constituir o tipo ideal de capitalismo ocidental moderno, Weber estuda diversas características das atividades econômicas em diversas épocas e lugares, antes e após o surgimento das atividades mercantis e da indústria. Assim, diz ser o capitalismo, na sua forma tipica, uma organização econômica racional assentada no trabalho livre e orientada para um mercado real, não para a especulação. O capitalismo promove a separação entre empresa e residência, a utilização técnica de conhecimentos científicos e o surgimento do direito e da administração racionalizados. Analise histórica e método compreensivo Weber teve uma contribuição importantíssima para o desenvolvimento da sociologia. Desenvolveu suas análises de forma mais independente das ciências exatas e naturais. Foi capaz de compreender a especificidade das ciências humanas como aquelas que estudam o homem como um ser diferente dos demais e, portanto, sujeito a leis de ação e comportamento próprios.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Primeira avaliação presencial
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Primeira avaliação presencial da disciplina Educação e Cibercultura
Aluno: Samuel Barreto dos Santos
Faculdade de Educação- Prof. Marco Silva – Rio, 13/10/2010
Para Lemos e Levy, os três princípios da cibercultura são: liberação da emissão, conexão generalizada e reconfiguração social, cultural, econômica e política. Esses princípios se caracterizam da seguinte forma:
Liberação do pólo da emissão- é a idéia de que o antigo receptor pode também produzir e emitir sua própria informação, como por exemplo, através dos blogs, fóruns, comunidades, software livre etc. Fato que não era possível há algum tempo atrás, pois quem detinha este controle do pólo da emissão eram as grandes empresas de comunicação de massa.
Conexão generalizada- a internet está relacionada com a conexão e compartilhamento e que cada vez mais aumentam-se as formas de produção e distribuição de conteúdo.
Reconfiguração social, cultural, econômica e política- é a necessidade da transformação da indústria cultural. Não finalizar a cultura de massa e sim, reconfigurar ou recombinar a cultura infocomunicacional.
No conceito de esfera pública, dizia-se ser fundamental o contato presencial. Com a cibercultura
outros elementos como as discussões não-presenciais e mediadas por computadores devem ser levados em conta para a análise desse conceito. Entre as principais características da esfera pública “interconectada” estão: maior resistência ao controle monetário e financeiro e menor suscetibilidade à orientação pelo senso comum, que os meios de comunicação de massa adotam. Consequentemente, cria-se um “ambiente” mais democrático e uma esfera pública liberal.
Na web 1.0 o conteúdo era pouco interativo. Era apenas mais um espaço de leitura em que o usuário ficava no papel de mero espectador da ação que se passava na página que ele visitava e não tinha autorização para alterar seu conteúdo.Exemplo: WWW.terra.com.br, pois não é interativo e seus aplicativos são fechados.
A web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva. Permite que os usuários sejam mais que meros espectadores: eles são parte do espetáculo. Exemplo: WWW.wikipédia.com que permite que seus usuários efetuem mudanças.
Entende-se por “cidade digital no Brasil, a criação de infra-estrutura, serviços e acesso público em uma determinada área urbana para o uso das novas tecnologias e redes telemáticas. O objetivo é criar interfaces entre o espaço eletrônico e o espaço físico através de oferecimento de teleportos, telecentros, quiosques multimídia e áreas de acesso e serviços. Há inúmeras iniciativas no Brasil. O Ministério das Comunicações elaborou um Plano Nacional de Cidades Digitais para levar banda larga a todo o país. O objetivo é articular ações de inclusão digital, levando acesso à internet para toda a população em cinco anos. Suas possíveis conseqüências são: promover o vínculo social, a inclusão digital, democratizar o acesso à informação, produzir dados para a gestão do espaço, aquecer as atividades políticas, culturais e econômicas e reforçar a dimensão pública.
Fontes Bibliográficas:
- http://www.youtube.com/watch?v=j47qTc18_Qg
- http://benoliveira.blogspot.com/2010/09/principios-da-cibercultura.html
- LEMOS, A. & LÉVY,P. O futuro da Internet: em direção a uma ciberdemocracia planetária. Ed. 1. São Paulo: PAULUS, 2010.








